Triste é o pássaro que nasce em cativeiro Não conhecendo, assim, A sensação de liberdade E em meio aos seus devaneios Ter de ver, querendo ser, Os outros pássaros, em felicidade, Voando livre no céu. Mais tristeza se vê, na verdade, Em um pássaro, que nasceu em liberdade, Vivendo aprisionado, Vendo reduzido o imenso céu, De que lhe foi privado, Ao apertado espaço de uma gaiola.
POEMAS DE AMOR, ARTE E OUTROS SUBSTANTIVOS