Ah, quanta saudade eu sinto Do teu reconfortante e afetuoso abraço, Quando todos os problemas eram extintos. Em um instante, juntava-me os pedaços, Reorganizando, em meu afetado peito, Meus batimentos, antes, em descompasso, Do mal que o mundo havia me feito. Ah, quem me dera ter de volta aqui A pessoa que, subitamente, me fazia sorrir Quando, de fato, eu menos esperava. Quando a tristeza, em meu esfalfado peito, Me sufocava e eu, copiosamente, chorava. Ah, Deus! Quanto Arrependimento me bate Por, indiligentemente, tê-la deixado partir Por orgulho, como quem não se importava, Porem, na alma, de fato eu mentia, Profunda tristeza me trucidava Ao vê-la ir sem se despedir, sabendo que Verdadeiramente eu a amava, Como também, inegavelmente, a queria. Insistentemente recordo-me dia a dia Da moça que, até mim, vinha E a minha vida reestruturava. Que, abrigando-me em seus braços, Em doce e amorosa voz me dizia "Acalme-se! Tudo o que há de ruim, Dentro um abraço, certamen...