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Mostrando postagens com o rótulo poemas

Anjos

Vagando por entre nós, Anjos a mando de Deus Cantam em bela voz, Coral divino de glórias De amor ao filho teu. Fazendo-se na Terra Um verdadeiro céu, Nuvens brancas e luz Repletas de anjos nos rodeiam. Graças dou a ti Deus, Pois à eternidade nos conduz, Por entregar o filho teu. Anjos tocam suas trombetas Festejando a vitória sobre a morte Pelo nosso senhor Jesus. Desejo que contigo eu esteja, E que nada me desfoque E me desvie da sua luz.

Evidência

Imagem de lambhappiness por Pixabay Por amor, eu afrouxei os dedos, Suavemente abri minhas mãos, - Eu não queria sufoca-la - Então a vi voar livremente No vasto céu de possibilidades E retornar para os meus braços Por livre e espontânea vontade, E assim evidenciou-se o amor.

Almas

Imagem de jarmoluk por Pixabay Quando eu deixei de ser só corpo, Eu comecei a ser mais alma. E as almas jamais morrem. 

Submundo

Anjos sem luz, errantes, decaídos Sussurram, em meio a lamúrias, Mau feitos aos homens, aos ouvidos De almas escuras, perdidas, submergidas em fúria, Que a eles, subservientes, estão atentos, "Que espalhem mentiras, roubem, destruam, Matem e também semeiem a ira. Faça tudo o que trouxer entristecimento A essa nação a quem vocês governam, Servos meus, que a vocês, (rir-se-ia) Seres desprezíveis e imundos, Reservarei seus lugares no submundo."

Astronauta

A Lua, tão cheia de si, Sabe que me hipnotiza E fica lá do alto, Em meio as estrelas, Sempre a sorrir. Antes mesmo de tocá-la Eu perderia todo ar, Ficaria a orbitá-la. Seria eternamente seu. Contudo, devo preparar-me; Os anéis de saturno, buscá-los-ei. O meu amor hei de oficializa. A minha amada Lua, Diante do Universo, me unificarei.

Portões Secretos

  Procuro, nos livros, os distantes mundos que não ousei criar. Os livros são portões secretos para mundos novos e só através da leitura que podemos desvendá-los. - Kaique Cavalcante

Vídeo Poesia: Passos Na Areia

 

Livro Alado

  Imagem de  Pexels  por  Pixabay   Poemas novos estiveram guardados Na gavetinha da mesa-de-cabeceira. Os papéis onde estão gravados, Amarelos e manchados, Eram consumidos pelo tempo. E o que em seus versos dizem, Deveriam ser lidos a todo momento.   Ah, se o mesa-de-cabeceira falasse! Já teria espalhado aos quatro ventos Meus amores, minhas saudades Meus pesares e meus alentos Que transcrevi nos papéis, Que me vinham de sentimentos.   Todo encanto de palavras Bem organizadas, seletas e ritmadas, Que estavam se perdendo, Já teriam criado asas e voado. Seria um livro alado Voando ao encontro do coração De quem o estivesse lendo.  

"Um Dia a Tormenta Acaba"

Calma! Pois um dia a tormenta acaba, a agonia se despede e a felicidade vem. Foca no que é bom e a maldade cansada de ser ignorada se vai.