Imagem do Free Photos por Pixabay Um olhar, na noite, tristonho. Face a face com a grande lua. Seu frio lume a tocar-lhe a pele. Dentro, um peso ele trazia. Diante dele, fez-se como um sonho, Expondo sua alma nua e crua, Do sentimento que da alma expele, Mulher amada que um dia foi sua. Hoje triste, mas ontem tão risonho, Não esperava o apunhalar da vida. A impetuosa tristeza ao seu peito se adere. Noite fúnebre de dilacerante dor e agonia. A amada, em um último adeus, o visita Para dizer-lhe: "o amor verdadeiro nunca morre. À morte, por teimosia, eu me oponho. Nosso amor, tão verdadeiro, me ressuscita. Viverei dentro de ti eternamente. Mesmo com a imensa dor que te fere, Quero que, com a sua vida, prossiga. Recorde apenas os bons momentos Que dividimos ainda em vida."
POEMAS DE AMOR, ARTE E OUTROS SUBSTANTIVOS