Repousando em meu leito,
Por uma pequena janela
De um apertado quarto hospitalar,
Observo o céu estrelado
E dói em meu peito
A tosse seca que me lembra; "estou condenado."
Não há medicamentos,
O dinheiro da saúde foi desviado.
Não há como me tratar.
Conforme a noite avança
A tosse aumenta,
Ninguém se atenta
Ao meu chamar.
Depois de algumas preces
Uma enfermeira aparece
E diz: só temos que esperar,
E dói em meu peito
A tosse seca que me lembra; "estou condenado."
Não há medicamentos,
O dinheiro da saúde foi desviado.
Não há como me tratar.
Conforme a noite avança
A tosse aumenta,
Ninguém se atenta
Ao meu chamar.
Depois de algumas preces
Uma enfermeira aparece
E diz: só temos que esperar,
Não ha muito o que fazer.
Ela lavou as mãos.
Na manhã seguinte um leito vaga
E é ocupado por outro paciente
Das dezenas que aguardam
Ela lavou as mãos.
Na manhã seguinte um leito vaga
E é ocupado por outro paciente
Das dezenas que aguardam
Um leito, deitados no chão.
- Kaique Cavalcante

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