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| Imagem de ansgarscheffold por Pixabay |
Chovia. As nuvens densas e escuras
Eram factíveis de apalpar.
Constantemente chovia. Mas não lá fora.
Chovia melancolia aqui dentro
E a alma pesarosa vivia a se lamentar.
Chovia. Continham, dentro de mim,
Fragmentos frios do Mundo sombrio e turbulento
Que, a minha espinha dorsal, faziam arrepiar.
Chovia e eu bebia amargas águas
Que em minha face escorriam sem cessar.
Chovia, mas eu vi a chuva cessar,
Vi as nuvens se dissiparem e o tempo mudar.
Chovia... mas hoje não chove mais.
O Sol irradia sua luz, me aquece, me preenche
Constantemente com voluptuosa alegria.

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